E a música me pegou tentando prestar atenção na leitura do jornal
e algo mexeu em mim.
Uma imagem nítida de outros tempos
Meu pai cantando feliz
batendo o ritmo com as mãos
Sorrindo.
Para nós
Eu e a Jú
Sorríamos de volta
de vergonha,
de alegria,
ao ver ele no semi passo de samba
Sacodindo o corpo
no seu samba.
E o rosto...levantando a sobrancelha, com suas caretas características
Para nós.
Em um tempo, odiava os fins-de-semana naquela chácara.
Hoje essa imagem veio com nostalgia
Não odiava essa cena em particular, que fique claro. Muito pelo contrário.
O olho quis lacrimejar.
Saudade.
não de reviver.
mas de quem compartilhou o passado comigo.
Daquele sorriso dele.
Hoje eu aqui.
No boteco
gente estranha
Ele.
ele lá.
Sozinho
Cerveja na padaria.
Ela.
Ela...
Ela ali...
e aqui entre nós.
sábado, 8 de agosto de 2009
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Para Bahia
23 horas.
hoje eu só quero emburrecer vendo a tv.
e esperar o telefonema que faz o meu dia.
hoje eu só quero emburrecer vendo a tv.
e esperar o telefonema que faz o meu dia.
domingo, 1 de março de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
sábado, 13 de dezembro de 2008
You & Me
realmente aconteceu.
baque no peito.
sensação da queda.
surpresa em saber como isso bate do nada.
assustador.
cada vez que vem, é como se fosse agora.
e agora ???
vai fazer um ano.
vai?
vai.
seus comentários preocupados em um antigo blog.
me dei conta na época então de que não era apenas eu na apreenção.
as vezes evito para ficar bem. culpa. pelo egoísmo de novo.
vergonha das desculpas ainda a pedir.
a menina que dividiu o passado comigo.
e um vão no futuro vai ficar. no lugar do primeiro abraço.
sim. eu agora me esforço pelas lembranças boas. são muitas. histórias que você adorava que eu continuasse depois do seu começo.
você me enchendo, me cutucando, fazendo cosquinha, sendo chata, para me irritar e me fazer rir.
muito estranho em como a vida continua. ela insiste como se nada tivesse acontecido.
Obrigada! Parte de mim se deve muito a você.
Não me importa a razão, me colocaria sempre à sua frente como uma casca ou cápsula protetora, como diria Adriana Calcanhoto, e como sempre quis dizer e nunca o fiz.
baque no peito.
sensação da queda.
surpresa em saber como isso bate do nada.
assustador.
cada vez que vem, é como se fosse agora.
e agora ???
vai fazer um ano.
vai?
vai.
seus comentários preocupados em um antigo blog.
me dei conta na época então de que não era apenas eu na apreenção.
as vezes evito para ficar bem. culpa. pelo egoísmo de novo.
vergonha das desculpas ainda a pedir.
a menina que dividiu o passado comigo.
e um vão no futuro vai ficar. no lugar do primeiro abraço.
sim. eu agora me esforço pelas lembranças boas. são muitas. histórias que você adorava que eu continuasse depois do seu começo.
você me enchendo, me cutucando, fazendo cosquinha, sendo chata, para me irritar e me fazer rir.
muito estranho em como a vida continua. ela insiste como se nada tivesse acontecido.
Obrigada! Parte de mim se deve muito a você.
Não me importa a razão, me colocaria sempre à sua frente como uma casca ou cápsula protetora, como diria Adriana Calcanhoto, e como sempre quis dizer e nunca o fiz.
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
A uma hora dessas por onde andará seu pensamento
2 da manhã. táxi. minha mão no seu cabelo enquanto você adormece.
São Paulo. prédios enormes. lugares lindos ligados por uma esquina a outros tantos horríveis .
pensar em quanto a vida mudou, enquanto os olhos insistem em querer fechar.
Mas não posso como você fez. eu tenho que mostrar o caminho.
olhar longe pela janela. sumir nele.
lembrar a primeira vez que me vi refletida em outro olhar. achei engraçado quando aconteceu. Vai ver nunca tinha reparado nisso. Achei quer era puro lirismo essa expressão. e não algo realmente concreto em que no momento não precisa ser necessáriamente romantico.
cantar Chico no fim da festa. mudar a ordem cronológica do texto. das coisas.
não ter nada em ordem e mesmo assim manter a ordem.
"Further down the river"
São Paulo. prédios enormes. lugares lindos ligados por uma esquina a outros tantos horríveis .
pensar em quanto a vida mudou, enquanto os olhos insistem em querer fechar.
Mas não posso como você fez. eu tenho que mostrar o caminho.
olhar longe pela janela. sumir nele.
lembrar a primeira vez que me vi refletida em outro olhar. achei engraçado quando aconteceu. Vai ver nunca tinha reparado nisso. Achei quer era puro lirismo essa expressão. e não algo realmente concreto em que no momento não precisa ser necessáriamente romantico.
cantar Chico no fim da festa. mudar a ordem cronológica do texto. das coisas.
não ter nada em ordem e mesmo assim manter a ordem.
"Further down the river"
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