Algumas verdades sobre mim:
- Sou destemperada.
- Tenho aspirações de amizades utópicas (foi o que me disseram).
- Pode ser que seja verdade. As construo nas bases erradas. Bases de família.
- Roí unhas por anos por achar bonito quem tinha unhas assim.
- Tenho diversas notas mentais que nunca as anoto.
- Meu lado emocional é um caos.
- Sou bem bacana e descolada, até me transformar em um monstro possessivo e inseguro.
- Sim, eu odeio isso.
- Tenho desesperos quando não entendo algo.
- Tenho padrões absurdos
- Sinto falta de coisas simples, como pisar na grama.
- Acredito que carinho, atenção e colo não se pedem, são perceptíveis e me sinto arrasada quando chego a pedir.
- As pessoas dizem que não sabem como agir quando não estou bem. Não sei bem como faço isso, mas talvez eu mesma crie essa confusão.
- Não tenho certeza sobre o último item. Se é isso, ou se é mais fácil falar que é isso.
- Exijo demais de quem eu amo.
- Não me é claro como eu tenho a proeza, mas eu afasto as pessoas.
- Percebi como meu olhar mudou e está triste naquela foto
- Sou canhota e capricorniana e tenho um orgulho imenso disso, mesmo parecendo uma bobagem.
- Eu gosto de meias coloridas.
- Às vezes, tudo que eu preciso é de um abraço sincero.
- Mas normalmente, to sempre querendo de uma pessoa específica, que podem variar.
- Tenho o complexo de insatisfação crônica
- Em festas, tem sempre uma hora que eu fico triste. Não me pergunte o por quê.
- Eu sinto falta de andar de bicicleta na beira da praia e algumas pessoas.
- Tenho desesperos agudos quando sinto que vou perder alguém. E isso não tem a ver com a morte.
- Eu demonstro carinho e amor com vários pequenos gestos e delicadezas, como sempre comprar uma besteira que a pessoa adora comer ou pedir a cerveja preferida.
- Me irrita quando falam que não se deve dizer "eu acho" e sim "eu acredito" ou "eu penso", sou a favor do eu acho, mas mesmo assim troquei o eu acho em toda essa lista.
- Gosto de coisas contraditórias e não acho ruim.
- Não tenho a menor ideia de porque senti a necessidade de escrever essa lista para mim.
- Acho linda a minha data de aniversário, sem motivo algum.
- Eu gosto de ser prioridade.
- Duas coisas que gosto em mim: Ironia e sarcasmo.
- Sou apaixonada por mãos. Acho elas expressivas. Odeio quando fazem trocadilhos por eu gostar de mão. Para mim é como gostar do sorriso.
- Eu não sei desapegar e é um processo extremamente doloroso.
- Tenho, nesse momento, 71 filmes listados como favoritos. De 1266 assistidos.
- Sou extrovertida, mas sou péssima quando saio com alguém, pior ainda se eu gosto desse alguém. Tremo, gaguejo, falo sem parar ou coisas sem sentido.
- Frequentemente sinto que é exaustivo ser eu.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Você em mim.
Olhar para a minha mão, muitas vezes é ver a sua.
Seu pedaço em mim.
Um dos muitos.
Entre muitos outros, que nem mesmo aparecem.
Seu pedaço em mim.
Um dos muitos.
Entre muitos outros, que nem mesmo aparecem.
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
É o seguinte
Melhor escrever do que engasgar, do que deixar por dizer e mal interpretar.
Queria escrever com a emoção de ontem e não com a raiva que acordei hoje, não, não é de você.
É uma raiva sem motivo a de hoje.
A tristeza não, ela tem diversos e mesmo assim parece não ser de nada.
Não por acaso, algumas insatisfações amplificaram seus sons. E algumas mudanças tem me feito mal.
A culpa não é sua, tenho muita coisa mal resolvida. E você tem começado a resolver as suas.
Mas antes de tudo, antes até dessa nova pessoa aparecer, já sentia a distância um pouco maior.
Você tem agora se dedicado a você, resolvido coisas dentro de você de uma vida toda. E está mais do que certa.
Mas já sinto há um tempo a falta de disponibilidade. Éramos prioridade, independente do estado civil desse relacionamento. Eu não aceitava nenhum programa sem antes pensar: "vou ver com ela" e me entristecia cada vez que você não podia ou não queria.
Sei que o inverso aconteceu também por demais e já quis o meu espaço diversas vezes.
No entanto, de um tempo para cá, são muitos encontros e planos que já não estou mais inclusa. E não tenho direito de cobrar, porque também sei que você já se doou demais por mim, por todos.
Mas dói de uma maneira indescritível. É uma tristeza que alcança a dor mesmo. Já seria em qualquer fase da minha vida, mas acho que nesse momento me mostra um caminho cada vez mais sozinho.
Eu sei que diversas pessoas especiais estão ao meu redor. Mas nenhuma como você.
Nenhuma que faça eu me sentir tão especial, querida, cuidada e amada. E perder isso, especialmente agora, me faz sentir um término sofrido. Não o término de uma relação. O término de um ciclo. Não sou boa com isso. Não sou boa com esse vai e vem de pessoas especiais. Trocaria conhecer novas para manter inalteradas todas as que já passaram por mim e me tocaram. Coisas que faço e brigo diariamente. Seja para manter ou aceitar.
Mas não você.
Sei que você vai querer refutar cada pedaço do que eu disse. Esse é o meu olhar. Essa é a minha abertura como você jamais viu. Essa é a minha maneira de mostrar gratidão, não só por tudo que você fez no momento mais difícil da minha vida, mas para que você saiba que eu sempre soube e notei todo o seu esforço.
O desejo não existe. Você não sabe o quanto eu me odiei, o quanto maldisse o mundo dos sentimentos.
Mas você me completa em tantos outros níveis. Você é minha morada.
Perder parte disso (sim, eu sei que você me ama, entenda o que estou dizendo) me corta.
Sei que você tem sentindo coisas diferentes e então perderei de vez a prioridade. Já não combinamos nossos finais de semana e programas. A sua primeira mensagem e conversas durante todo o dia não são mais para mim. E a cada vez que o online aparece e não é para mim, me dói mais um pouco.
Não tenho o direito de exigir mais do que você já me deu. Mas para esse tipo de assunto sou por demais destemperada. Perco os sentidos, tremo e meu estômago gira.
Eu queria você só para mim. nessa prioridade.
Já quase ão temos mais a conversa, quase diária, sobre o que vamos fazer hoje? Topa uma cerveja? E toparíamos qualquer coisa, até os programas mais chatos. Só pela companhia.
Sei que você gostaria de contar comigo e dizer tudo o que tem sentindo e passado, mas que não pode. Sabe que me machuca e não entende.
Ninguém entende.
Sei que te afastei incontáveis vezes, sem perceber, sem nem eu mesma entender.
Te culpei por não ler minha mente e entender de imediato.
Já não recebo seus e-mail.
Não é a pessoa nova. Esse é só mais um ponto. Ver sua cara de boba a cada vez que pegava o celular. Te olhava de longe naquele casamento, sem você notar.
E me escondia.
Você faz parte de mim. You are my person.
E isso não vai para o caminho do romance como pode parecer.
Mas, confesso, já desejei que não desse certo essa nova conquista. E eu não me orgulho disso. Antes dela, vejo você "retomando" uma vida que sempre quis, descobrindo a pessoa que sempre quis ser.
Talvez, nesse sentido, você esteja em sua melhor fase .
Estamos em momentos distintos.
Tinha que ser justo agora?
Me odeio por isso, às vezes, doer mais que meu luto.
Você vai dizer que não estou te perdendo, que estará sempre aqui, que me ama. E se assim for, saberei que não entendeu nem uma vírgula de todo esse texto.
Não quis me fazer de coitada. Toda vez que me abro tenho a sensação de que estou fazendo isso. Mas saiba, sei que não me abro, sou grossa, me irrito fácil. Muitas vezes, sou assim, involuntariamente. Ainda tenho muito a descobrir.
Queria escrever com a emoção de ontem e não com a raiva que acordei hoje, não, não é de você.
É uma raiva sem motivo a de hoje.
A tristeza não, ela tem diversos e mesmo assim parece não ser de nada.
Não por acaso, algumas insatisfações amplificaram seus sons. E algumas mudanças tem me feito mal.
A culpa não é sua, tenho muita coisa mal resolvida. E você tem começado a resolver as suas.
Mas antes de tudo, antes até dessa nova pessoa aparecer, já sentia a distância um pouco maior.
Você tem agora se dedicado a você, resolvido coisas dentro de você de uma vida toda. E está mais do que certa.
Mas já sinto há um tempo a falta de disponibilidade. Éramos prioridade, independente do estado civil desse relacionamento. Eu não aceitava nenhum programa sem antes pensar: "vou ver com ela" e me entristecia cada vez que você não podia ou não queria.
Sei que o inverso aconteceu também por demais e já quis o meu espaço diversas vezes.
No entanto, de um tempo para cá, são muitos encontros e planos que já não estou mais inclusa. E não tenho direito de cobrar, porque também sei que você já se doou demais por mim, por todos.
Mas dói de uma maneira indescritível. É uma tristeza que alcança a dor mesmo. Já seria em qualquer fase da minha vida, mas acho que nesse momento me mostra um caminho cada vez mais sozinho.
Eu sei que diversas pessoas especiais estão ao meu redor. Mas nenhuma como você.
Nenhuma que faça eu me sentir tão especial, querida, cuidada e amada. E perder isso, especialmente agora, me faz sentir um término sofrido. Não o término de uma relação. O término de um ciclo. Não sou boa com isso. Não sou boa com esse vai e vem de pessoas especiais. Trocaria conhecer novas para manter inalteradas todas as que já passaram por mim e me tocaram. Coisas que faço e brigo diariamente. Seja para manter ou aceitar.
Mas não você.
Sei que você vai querer refutar cada pedaço do que eu disse. Esse é o meu olhar. Essa é a minha abertura como você jamais viu. Essa é a minha maneira de mostrar gratidão, não só por tudo que você fez no momento mais difícil da minha vida, mas para que você saiba que eu sempre soube e notei todo o seu esforço.
O desejo não existe. Você não sabe o quanto eu me odiei, o quanto maldisse o mundo dos sentimentos.
Mas você me completa em tantos outros níveis. Você é minha morada.
Perder parte disso (sim, eu sei que você me ama, entenda o que estou dizendo) me corta.
Sei que você tem sentindo coisas diferentes e então perderei de vez a prioridade. Já não combinamos nossos finais de semana e programas. A sua primeira mensagem e conversas durante todo o dia não são mais para mim. E a cada vez que o online aparece e não é para mim, me dói mais um pouco.
Não tenho o direito de exigir mais do que você já me deu. Mas para esse tipo de assunto sou por demais destemperada. Perco os sentidos, tremo e meu estômago gira.
Eu queria você só para mim. nessa prioridade.
Já quase ão temos mais a conversa, quase diária, sobre o que vamos fazer hoje? Topa uma cerveja? E toparíamos qualquer coisa, até os programas mais chatos. Só pela companhia.
Sei que você gostaria de contar comigo e dizer tudo o que tem sentindo e passado, mas que não pode. Sabe que me machuca e não entende.
Ninguém entende.
Sei que te afastei incontáveis vezes, sem perceber, sem nem eu mesma entender.
Te culpei por não ler minha mente e entender de imediato.
Já não recebo seus e-mail.
Não é a pessoa nova. Esse é só mais um ponto. Ver sua cara de boba a cada vez que pegava o celular. Te olhava de longe naquele casamento, sem você notar.
E me escondia.
Você faz parte de mim. You are my person.
E isso não vai para o caminho do romance como pode parecer.
Mas, confesso, já desejei que não desse certo essa nova conquista. E eu não me orgulho disso. Antes dela, vejo você "retomando" uma vida que sempre quis, descobrindo a pessoa que sempre quis ser.
Talvez, nesse sentido, você esteja em sua melhor fase .
Estamos em momentos distintos.
Tinha que ser justo agora?
Me odeio por isso, às vezes, doer mais que meu luto.
Você vai dizer que não estou te perdendo, que estará sempre aqui, que me ama. E se assim for, saberei que não entendeu nem uma vírgula de todo esse texto.
Não quis me fazer de coitada. Toda vez que me abro tenho a sensação de que estou fazendo isso. Mas saiba, sei que não me abro, sou grossa, me irrito fácil. Muitas vezes, sou assim, involuntariamente. Ainda tenho muito a descobrir.
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